quinta-feira, 18 de junho de 2015

LUGOL -reposição de iodo

O Iodo é, sem dúvida, o nutriente menos estudado e compreendido do corpo humano. O seu uso, como simples elemento para tratar uma doença específica, ocorreu no início do século XX e foi usado pela primeira vez para tratar o bócio tireoidiano. 
O Iodo é essencial para o metabolismo da tireóide, mamas, mucosa gástrica e próstata. É também um poderoso eliminador de toxinas do organismo modulador do sistema imune.
A sua deficiência está correlacionada com o risco de câncer de mama, próstata, endométrio, ovários, tireóide e estômago. 



A tireóide contém apenas 50 mg de iodo, enquanto o corpo humano, como um todo, armazena em torno de 1.500 mg de Iodo. Toda célula do corpo humano necessita de iodo e sua concentração é maior no sistema glandular: mamas, glândulas salivares, parótidas, pâncreas, mucosas gástricas, próstata, glândulas lacrimais, sendo também usado pelos glóbulos brancos para promover a defesa do organismo contra infecções. 
Segundo o "National Health And Nutrition Examination Survey" (NHANES), houve uma diminuição superior a 60% na ingestão de iodo nos últimos 30 anos. Hoje, podemos considerar a deficiência de iodo como um problema de saúde pública em mais de 120 países, pois algo em torno de 72% da população mundial é afetada por isso. Segundo o Dr. Gabriel Cousens, são cerca de 96% da população americana. 
As mulheres japonesas são as que consomem maior quantidade de iodo dentre todas as mulheres no mundo. E o Japão tem a mais baixa taxa mundial de mortalidade perinatal! Os japoneses ingerem 13,8 mg de iodo marinho/dia, o que corresponde a 92 vezes a dose recomendada no Brasil e nos Estados Unidos. 
A deficiência de iodo leva à formação de cistos que progridem para nódulos e formam fibroses que podem evoluir para tumores na tireóide, mamas, útero, ovários e próstata. 
Existe na classe médica e na população um medo enorme de se fazer uso de iodo/iodeto, inorgânico, não radioativo (Iodo 127), dentro de uma dosagem que é sabido ser segura e eficaz na prevenção e tratamento de várias patologias. O Dr. Guy Abraham, uma das maiores autoridades mundiais na suplementação de iodo afirma que: "A Iodofobia médica pode ter causado mais sofrimento e morte humana que as duas grandes guerras juntas, deixando de prevenir patologias com doses diárias de iodo necessárias para a otimização física e da saúde mental". 
As duas formas de iodo não radioativo Iodo (I2) e Iodeto de potássio (KI = sal de iodo) - 
são usadas diferentemente por diferentes órgãos do corpo humano.
O esôfago, o estômago e a próstata usam Iodo.
A tireóide, glândulas salivares e a pele usam Iodeto.
As mamas usam tanto o Iodo quanto o Iodeto.
A solução de Lugol é constituída de ambas as formas: 1% de Iodo estabilizado com 2% de Iodeto de potássio. Por isso é a mais conhecida e receitada pelos profissionais da saúde que não fazem parte dos iodofóbicos, sendo esta solução muito eficaz na prevenção de inúmeras doenças. 
O Dr. Michael B. Schachter recomenda: "A dose de Iodo para tratamento ou prevenção em pacientes com insuficiência de Iodo é de 12,5 a 50 mg diárias. 
Sem iodo suficiente, a tireóide não consegue produzir os seus hormônios em quantidade adequada para uma boa saúde. Esta deficiência de iodo é responsável pela hipertrofia da tireóide, que começa a crescer na tentativa de captar mais iodo do corpo. O bócio pode aumentar até o tamanho de uma laranja ou maior ainda na face anterior do pescoço, por baixo do queixo. Os distúrbios por deficiência de Iodo são problemas sérios de saúde, como: bócio, abortos prematuros, retardamento mental, cretinismo, mal de Parkinson, etc. 


Quem toma hormônios tireoidianos precisa fazer suplementação de iodo, pois o seu consumo será muito maior. Caso contrário, o organismo vai utilizar o iodo de outras partes do corpo. 
O hormônio que estimula a tireóide, tirotrofina ou TSH (Thyroid Stimulating Hormone) é um estimulador que induz a atividade da tireóide. O TSH estimula a tireóide a secretar o hormônio tiroxina (T4) que é convertido em T3, o hormônio ativo que estimula o metabolismo do corpo. Quando o T4 não é convertido em T3, ocorre o metabolismo basal, ou hormônio da hibernação, ou T3 reverso, pois altera a quantidade calórica que o corpo necessita mantendo-se em permanente repouso e a pessoa engorda. 


Segundo o Conselho Internacional para o controle de transtornos de deficiência de iodo, apenas 74% da população brasileira tem acesso às quantidades mínimas necessárias para evitar os males da deficiência. A adição de 20 a 60 mg de iodo/quilo de sal é muito pouco, pois o ideal de consumo projeta uma adição de 2,5 g/quilo, para um consumo diário de 5 g de sal/dia. 
Para quem pretende fazer um controle dos níveis de iodo no organismo, é fácil realizar um simples teste e ver se seu organismo tem iodo suficiente para garantir a produção de hormônios tireoidianos. Mesmo aqueles que têm o diagnóstico de Hipotireoidismo e fazem uso de suplemento oral de hormônios tireoidianos, podem testar seus níveis de iodo. Níveis insuficientes de iodo podem impedir que os hormônios tireoidianos sejam funcionais e ativos. 
Um teste seguro, responsável e barato de se realizar
 O teste da tireóide com o iodo de Lugol é um estudo fácil que você pode fazer e que não necessita de um médico auxiliando. Utilize um cotonete ou pincel para pintar uma área de uns 10 cm2 em sua barriga ou no tórax. Observe atentamente ao longo de 24 horas. Se a coloração sair em menos de 24 horas significa que o iodo foi absorvido pelo corpo e a tireóide está com carência desta substância. Neste caso você apresenta deficiência de iodo. 
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É sabido que os halógenos tóxicos :
 fluoreto ( na água , pasta dental )  e
 brometo ( até os anos 90 era permitido na fabricação de pão ) ,
possuindo estrutura semelhante ao iodo, podem inibir competitivamente a ligação de absorção de iodo, pois usam os mesmos receptores no corpo. 
 A toxicidade da vida moderna vem impactando os níveis de iodo e nos países que a água é tratada com flúor este impacto é maximizado
Por isso os brasileiros, estão mais expostos ao flúor do que outras populações, portanto têm uma necessidade maior de iodo.
A medida que a idade avança o acúmulo de radioatividade e o envenenamento tóxico especificamente com flúor, cloro, bromo, e ainda o mercúrio, vai aumentando,  assim o iodo é um mineral cada vez mais necessário,  já que as células precisam dele para regular o seu metabolismo. 
Sem ele, as pessoas podem ter glândulas inchadas na garganta, doenças da tireóide, aumento da toxicidade com o flúor, diminuição da taxa de fecundidade, o aumento das taxas de mortalidade infantil, e nos casos de deficiência grave retardo mental. Existem estudos relacionado a deficiência de iodo ao Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) em bebês de mães com deficiência de iodo.
A ingestão de iodo imediatamente aumenta a excreção de brometo, fluoreto, e
alguns metais pesados, incluindo o mercúrio e o chumbo..


Dr. Gyula Kenezy Kórház afirma que os quelatos de iodo metais pesados ​​como o mercúrio, chumbo, cádmio, alumínio e halógenos, como flúor e brometo, diminuem seus efeitos quando inibidos com iodo, especialmente os halógenos.

Dr. David Brownstein diz que o flúor inibe a capacidade da glândula tireoide de concentrar o iodo e sua pesquisa mostrou que o flúor é muito mais tóxico para o organismo quando há deficiência de iodoBrownstein diz que, após uma única dose de iodo, a excreção de fluoreto aumenta em 78%. 
Em 7 de janeiro de 2011, o Departamento de Saúde e Serviços Humanos (HHS) propôs a redução do nível recomendado no programa de fluoretação da água para 0,7 ppm, devido à elevada incidência de fluorose dentária em crianças americanas. Cerca de  41% das crianças americanas com idades entre 12-15 são afetados por esta condição.
O fluoreto de sódio é geralmente utilizado como um veneno de rato
Globalistas e eugenistas decidiram adicioná-lo ao abastecimento de água com a mensagem para o público de que é bom para os dentes, apesar das advertências da ADA, afirmando que as crianças corriam o risco de uma doença chamada fluorose dental.
Após a fluoretação da água ser chamada de uma das 10 maiores realizações da saúde do século 20 .   O governo dos EUA vem sendo alertado sobre a necessidade de reduzir o flúor utilizado na água devido ao seu efeito negativo sobre os dentes contrariando o fato de que a promoção de dentes saudáveis foi a razão inicial para a adição de flúor à água.
Um estudo chinês descobriu que o flúor usado na água potável prejudica as funções hepáticas e renais. Um dos efeitos fisiológicos mais fortes de fluoretos na água de beber ocorre no rim, sendo considerado  uma das razões do aumento das taxas de falhas dos rins, nas últimas décadas. 
A doença renal aumenta a suscetibilidade dos indivíduos à toxidade do flúor Em adultos saudáveis, os rins são capazes de excretar aproximadamente 50% da dose ingerida de fluoreto. As crianças só podem excretar 15% de uma dose ingerida, assim, aumentar a carga corporal de flúor aumenta a susceptibilidade do indivíduo ao envenenamento com fluoreto.
As evidências científicas dos últimos 50 anos, tem mostrado que o fluoreto de sódio reduz nosso tempo de vida, promove vários tipos de câncer e distúrbios mentais e, mais importante, faz com que o ser humano seja estúpido, dócil e subserviente.




http://drsircus.com/medicine/iodine/iodine-protects-fluoride-toxicity#_ednref1